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Página Inicial Cotia-SP, 24 de Setembro de 2017



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Histórias
Grandes Felinos Exóticos


Circo com animais: exploração, violência, abuso, maus tratos, ignorância, negligência, doma.

O significado da palavra "doma" pode ser encontrado no próprio dicionário Aurélio e evidencia a natureza obscura de tal prática (à qual somos totalmente contrários).

“domar: amansar, domesticar, vencer, sujeitar, refrear, reprimir, subjugar, domar o inimigo.

Esse é o real significado da doma usada em animais obrigados a viver sob uma lona que não é nada alegre e divertida.

Circos com animais representam um atraso para a evolução moral. A essência perversa destas atividades é a mesma que se observa quando um animal é obrigado a viver uma vida que não lhe pertence, quando é vitimado por pessoas que, de maneira imoral, desrespeitam sua espécie e sua natureza. A partir do momento que ferem sua natureza, o crime é cometido.

O Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos não trabalha com a hipótese de que os circos não maltratam os animais usados em suas exibições. Nós nos baseamos em fatos e, contra fatos, não há argumentos. Garras arrancadas a sangue frio, dentes serrados e arrancados, ossos deslocados, marcas visíveis de queimaduras, choques elétricos, animais estressados e assustados: é assim que eles chegam ao Santuário após uma vida em circo. Eles são a prova viva do tratamento cruel a que sempre foram submetidos, sendo importante destacar que a maioria é vítima de circos amplamente conhecidos.

Mas os animais não são as únicas vítimas dos circos que praticam tais atividades nocivas. No Brasil, mais de 8 crianças já morreram em acidentes ocorridos em dependências de circos com animais. Centenas de mutilações humanas acontecem a cada ano no mundo todo.

Elefantes se agregam em famílias, andam em grupos, precisam caminhar mais de 50 km por dia para não prejudicarem a circulação sangüínea em suas grandes patas. Ao contrário do que os elefantes precisam e encontram na natureza, o circo oferece apenas correntes camufladas sob a lona. Leões não podem sentir a terra quando aprisionados em carretas de ferro, que esquentam demais no verão e esfriam demais no inverno. Ursos são obrigados a dançar em chapas quentes. Chimpanzés usando roupas humanas são vítimas de terríveis alergias, que não são expostas ao admirável público. Como se estes fatos não bastassem, os animais são obrigados a viajar milhares de quilômetros pelo país sobre duas rodas. No percurso, o escapamento dos motores polui o único bem que lhes resta.


Informamos que todos os animais oriundos de circo são batizados ou têm os nomes imediatamente trocados assim que adentram nos portões do Rancho dos Gnomos.

Esse procedimento ajuda o animal a “esquecer” sua antiga vida e a entender que teve uma segunda chance. Agora, está em um local seguro e toda sua essência perdida será resgatada cada vez que o chamarmos pelo novo nome, cuidadosamente e carinhosamente escolhido para cada um.


Estas são suas histórias:



Agna e Kiara - Leoas

Alex - Leão (em memória)

Baguá e Timbó - Leões

Bartô - Leão

Barú e Vandana Shiva (em memória) - Leões

Bengalinha - Tigre (em memória)

Botswana - Leoa (em memória)

Darshan - Leão

Gaya - Leoa (em memória)

Halú - Leão (em memória)

Harama - Leoa (em memória)

Lupan (em memória), Biná e Hera - Leões

Madah - Leoa (em memória)

Raja - Leoa (em memória)

Tacha - Leoa (em memória)

Will - Leão (em memória)